Mercado de Trabalho em Relações Internacionais

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Você, estudante de Relações Internacionais, sabe que esse curso é um dos mais concorridos do Brasil nas melhores universidades do País. Para se ter uma ideia, em 2013 a nota de corte na Fuvest (USP) foi de 59 questões de um total de 90, sendo o sétimo curso mais concorrido esse ano, à frente de áreas mais tradicionais como Direito (57) ou Jornalismo (56). Nos próximos quatro ou cinco anos, você irá ler muito, aprender muito e, espera-se, mudará sua mentalidade e visão a respeito da sociedade, do mundo, da política, etc.

Em paralelo a isso, sabe-se que nunca foi fácil conseguir um emprego, muito menos quando se trata de um estudante ou de um recém-formado. Não se sinta “privilegiado”: isso acontece em todas as profissões, com todo o mundo, e não apenas no Brasil. Falando francamente, de internacionalista para internacionalista, esse problema se torna um pouco mais grave quando se trata da nossa amada profissão, uma vez que, em muitas universidades consideradas “tradicionais”, o curso de Relações Internacionais é bastante teórico e pouco mercadológico.

A expansão dos cursos de RI no País ocorreu no início dos anos 1990, quando o ex-presidente Fernando Collor de Mello abriu a economia brasileira para o mundo – portanto, estamos falando de uma profissão com cerca de 20 anos de “existência” no Brasil. Certo, e daí? E daí que o mercado não conhece o profissional de Relações Internacionais como conhece os de Direito, Medicina ou Engenharia; pior, soma-se a isso o fato de que muitas faculdades não preparam o aluno para o mercado, não o auxiliam na busca por um estágio ou emprego, não o ensinam a se portar durante uma entrevista de emprego ou até mesmo de estágio, o que compromete sua maturidade neste início da fase adulta.

Nos últimos 7 anos, muita coisa mudou para melhor: há muito mais oportunidades de estágio, trainee e emprego para internacionalistas do que em 2007 ou 2008, indicando que o conhecimento do mercado pelo profissional de RI aumentou substantivamente. Isso não quer dizer que você vai ficar esperando as oportunidades caírem do céu. Embora hoje esteja mais fácil do que num passado não muito distante, ainda há muito a mudar. A única dica que podemos dar a você, por incrível que pareça, é começar a se mexer o quanto antes possível. Faça estágios, cursos profissionalizantes, cursos de línguas estrangeiras, participe de empresas júnior, faça monitoria na sua classe, enfim, faça atividades extracurriculares porque apenas a faculdade não é o suficiente – e não espere que ela vai te ajudar a ingressar no mercado, algumas até dão uma mãozinha, outras nem isso…

Por onde eu começo?

Em breve publicaremos mais informações para te guiar nesse primeiro momento. Fique ligado!

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